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ATENÇÃO: o texto contém spoilers de Absolute Batman #15, já disponível pela DC.
Desde o começo da série, Scott Snyder e Nick Dragotta deixaram claro que Absolute Batman não seria só mais uma variação do Homem-Morcego — seria “Batman pra caramba”, no sentido mais insano possível. Mesmo com essa promessa ousada, o primeiro grande arco, “O Zoológico”, ainda tinha os pés no chão: exagerado? Sim. Cheio de energia? Com certeza. Mas, no fim, ainda era um tipo de história que poderia existir dentro de um Batman “padrão”.
A virada começou no segundo arco, com a chegada brutal do Senhor Frio, e ficou ainda mais intensa na saga do Bane. E mesmo já tendo visto o Coringa aprontar absurdos — como assassinatos em massa só para destruir a esperança de Bane — nada prepara o leitor para o que acontece nesta edição. Além de finalmente revelar a origem do Coringa, Absolute Batman #15 leva a bizarrice para um novo patamar.
A edição, escrita por Scott Snyder e com arte convidada de Jock, cores de Frank Martin e letras de Clayton Cowles, traz Alfred Pennyworth narrando ao Batman tudo o que sabe sobre o Coringa — e, mais importante ainda, como ele realmente se sente em relação ao vilão.

O que Alfred realmente pensa do Coringa?
Assim como já vinha sendo mostrado, Alfred é um narrador nada confiável — não por mentir, mas porque enxerga tudo pelo próprio filtro emocional. Snyder reforça isso retomando o ponto de que Alfred acreditava cegamente em sua visão limitada da missão do Batman, até perceber que Bruce ia muito além disso.
Nessa edição, Alfred entrega ao Batman o “relatório oficial” sobre a origem do Coringa. Mas o próprio Batman já sabe: uma coisa é o que está registrado, outra é o que Alfred realmente acredita.

Afinal, qual é a verdadeira origem do Coringa?

Os flashbacks desenhados por Jock e coloridos por Frank Martin são de arrepiar — tanto na versão oficial quanto na alternativa apresentada por Alfred.
E é aí que tudo desanda de vez: Pennyworth acredita que o Coringa nunca foi apenas humano. Ele seria uma criatura monstruosa que usa sua aparência humana para enganar o mundo. Nesta edição, ele se solta completamente contra um dos seus inimigos, e Jock entrega um visual assustador, trazendo à vida um design criado originalmente por Dragotta de forma impecável.
A história é perturbadora — e incrivelmente perturbadora, como Snyder deixa claro que é a proposta da série inteira.
E enquanto o Coringa é revelado, novas tramas começam a se formar: um encontro com a Mulher-Maravilha está a caminho, marcando o primeiro crossover dos heróis Absolute.
Mas a verdadeira bomba vem no final.
Se você achou que “um Coringa centenário e monstruoso” era o suficiente… calma lá. A edição revela que o Coringa desse universo é, na verdade, o Bruce Wayne dessa realidade — um empresário cheio de segredos e com uma caverna debaixo da mansão.
O cliffhanger é absurdo. A edição era muito esperada — e entregou tudo o que os fãs pediam.
Fonte: DC
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